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Lançamento Oficial do Programa Mais Peixe.

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O Ministério do Mar, Águas Interiores e Pescas, vai proceder o lançamento oficial do Programa Mais Peixe, o distrito de Pebane, província da Zambézia, no dia 28 de Fevereiro corrente. O Programa Mais Peixe, está alinhado com as políticas e estratégias nacionais de promoção do desenvolvimento no meio rural com vista à redução dos níveis de pobreza e à promoção do bem-estar das populações, apostando na concentração de investimentos privados em zonas identificadas com um alto potencial de crescimento.

Fazem parte dos objectivos deste Programa, Melhorar o nível de renda dos pescadores artesanais e da sua cadeia de valor; Promover as micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) e iniciativas estratégicas privadas e das organizações consideradas importantes para o desenvolvimento da cadeia de valor da pesca e aquacultura; e Sensibilizar os actores económicos sobre a necessidade de alinhar o desenvolvimento das actividades económicas com a sustentabilidade dos recursos marinhos. 

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Mais Peixe

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Governo e armadores discutem gestão das pescarias no país.

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O Governo de Moçambique, através do Ministério do Mar, Águas Interiores e Pescas, e os armadores que desenvolvem a pesca nas águas nacionais, tanto marinhas como interiores, reúnem-se esta segunda-feira, dia 18 de Fevereiro de 2019, no Hotel Girassol, em Maputo, a partir das 09.00 horas (nove horas), tendo como finalidade discutir a gestão das pescarias no país, também serão abordados assuntos relacionados com a pesca ilegal, direitos de pesca e outros temas de grande importância para o desenvolvimento da pesca em Moçambique.

O encontro, dirigido pelo Ministro do Mar, Águas Interiores e Pescas, Agostinho Mondlane, conta com a presença de empresas ligadas à pesca industrial e semi-industrial, pescadores artesanais, representantes dos Conselhos Comunitários de Pesca, da Confederação das Associações Económicas (CTA) e de outras instituições públicas e privadas com interesse na área das pescas.

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Prémios de Jornalismo incentivam investigação

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Incentivar a investigação, divulgar e prestigiar matérias jornalísticas veiculadas na Imprensa nacional, eis o objectivo primordial dos Prémios de Jornalismo instituídos pelo Ministério do Mar, Águas Interiores e Pescas, cujos resultados podem ser avaliados pelo grande nível de aderência dos profissionais de Comunicação Social nos mesmos.

Com uma periodicidade anual, os Prémios de Jornalismo sobre o Mar, lançado em Junho de 2018, e sobre Pesca e Aquacultura, tornado público no pretérito mês de Janeiro, contam com o apoio do Sindicato Nacional dos Jornalistas, cujo Secretário-Geral, Eduardo Constantino, esteve presente na cerimónia de lançamento de ambos os eventos e destacou a sua importância para que os jornalistas abram o seu horizonte em relação a estas áreas que contribuem sobremaneira para o desenvolvimento económico e social do país.

Para além de incentivar a investigação, estes Prémios visam, também, contribuir para a elevação contínua do nível de conhecimento e educação da sociedade quanto ao uso sustentável do mar e prevenção e combate à poluição, em defesa de um mar saudável; educar a sociedade sobre a importância da pesca responsável, não uso das artes nocivas e conservação dos mangais; transformação da aquacultura, hoje praticada em regime de subsistência, numa actividade ambiental, social, económico e financeiramente sustentável.

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Moçambique produziu em 2018 cerca de 400 mil toneladas de peixe

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Cerca de 400 mil toneladas de pescado diverso foram produzidas no país ao longo do ano de 2018. Desta cifra, o sector comunitário, vulgo pesca de pequena escala e artesanal, que emprega mais de 200 mil pescadores, contribuiu com cerca de 92% por das capturas totais nacionais.

Segundo o Ministro do Mar, Águas Interiores e Pescas, Agostinho Mondlane, o Programa Quinquenal do Governo 2015-2019 aponta as pescas como uma das áreas prioritárias de governação, porque contribuem para o reforço da segurança alimentar e nutricional dos moçambicanos e como modo de vida de milhares de famílias moçambicanas.

Desse modo, sublinhou o ministro, as acções estruturantes conjugadas que se têm vindo a empreender, tanto do lado do Governo como do dos produtores, essencialmente, os artesanais e de pequena escala, levaram a que, de 2015 a 2018, o país atingisse uma cifra de produção global das pescas de 396.300 toneladas.

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Comercialização de Pescado, gera caso de sucesso em Inhaca

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Margarida Mondlane, residente na ilha de Inhaca, começou a comercializar pescado no ano de 1975 e tinha algumas dificuldades na conservação e transporte do pescado para o mercado, o que lhe prejudicava na determinação do preço final.

Recebeu apoio do governo para aquisição de uma embarcação e começou, para além de comercializar o pescado, prestar serviços de transporte fluvial de passageiros e carga, o que veio diversificar o seu investimento e incrementou os seus rendimentos do negócio. Actualmente, sente-se realizada e satisfeita com a sua condição social.

Apesar da falta de pescado na região, a sua diversificada carteira de investimento no transporte de passageiros e carga, lhe coloca numa situação confortável para pagar os reembolsos do financiamento que recebeu do governo. Com dividendos, construiu uma casa própria de tipo quatro e emprega dois trabalhadores. Margarida Mondlane, é mãe de cinco filhos e onze netos.

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Presidente Nyusi convida homólogo das Seychelles ao “Crescendo Azul”

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O Presidente da República, Filipe Nyusi, convidou o seu homólogo das Seychelles, Danny Faure, a marcar presença na Conferência “Crescendo Azul”, que decorrerá entre os dias 23 e 24 de Maio de 2019, em Maputo, sob o lema “Exploração Sustentável e Compartilhada do Oceano”.

Os dois estadistas conferenciaram há dias em Addis-Abeba, capital da Etiópia, à margem da Cimeira da União Africana, tendo Filipe Nyusi anunciado que convidou Danny Faure em virtude de as Seychelles, um país localizado no Oceano Índico, ser considerado um país com elevados índices de implementação da Economia Azul, um dos motes, aliás, do evento de Maio próximo, no Centro Internacional de Conferências Joaquim Chissano.

Com a organização do “Crescendo Azul”, Moçambique pretende juntar-se ao movimento global de chamamento para a acção lançado pelas Nações Unidas e por vários organismos responsáveis pela sustentabilidade dos Oceanos, estabelecendo uma plataforma de diálogo internacional permanente.

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